Todos têm nomes de flor, como o povo deveria se chamar. E isso é bom e bonito, como toda a criação. Ele me chamou de flor e me deu o mundo, mas os deuses gostam de escarnecer e invejar a humanidade. Prometeu foi o único que nos compreendeu, roubou o fogo para entregar aos homens, Robin Hood, o dinheiro para os pobres. E o meu herói? Não existe! E o meu fogo? Não existe! Como em um forno de microondas, minhas moléculas se expandem para retornar ao pó, e não se esqueça de que és pó e ao pó retornaras. E que todas as criações de deus são boas e que tudo vem dele e volta para seu peito glorioso. Amém. Sim, eis aqui a serva do senhor, faça-se em mim segundo sua palavra. Estou fadada a pedir por ajuda e ser escarnecida pelo mesmo que me beija e deleta meus crimes e me faz carregar uma cruz por um calvário virtual e me faz morre. Mas, alto, não tão rápido. Será que existe a ressurreição? Chama e aconchego celeste. Deuses que amam minha liberdade observam minha dor e minha mortalidade e minha impermeabilidade. É verdade que todos me amam e querem me deixar em seus santuários, relicários, armários,... perdi a rima?! Sim! Perdi o bonde e a esperança, mas não chores, Carlinha... Tens razão, o amanhã é uma ilusão e o futuro não existe. Só resta o microondas. A vida não é justa, melhor se acostumar com a morte. Ok, sabe de uma coisa? Eu desaprendi a falar e a fazer conexões e a escrever. Mas, sei de uma coisa, aquele quem me chamou de flor me fez retornar ao povo e ai eu pertenço. Quem sabe nunca deveria ter saído do ventre do povo. Pois é amigo, trapeiro, cata teu lixo, que eu cato minha dor. Cata tua pinga que eu cato meu amor... Nada existe. Mas, por quê dói?! Ave cheia de Graça.
sábado, 4 de abril de 2009
On how I killed a beast.
There is a rat in my house. He is roaring to hamper the road to happiness. I know his intent: the small little beast is provoking my senses, cleansing my bed, suffering in my head. When I stare at his small delicate paws, I wish they were in an altar and worshiped by mankind. Would not be terrific to tremble in the troublesome tears of my fellow, my pal, my darling? I loathe you, do you hear me? Loathe your insufferable nature and nauseating poetry, I just want them to take wing and go to the other side of the world, especially near an atomic bomb, or, ah, what is the term? Mass destruction weapons… yes, this is where I want you to be, suffering physic pain for taking the wind out of my sails, for pulling me down a notch, for giving my hopes more hopes than no hope was able to do. Come on, close your eyes and feel: there are fusillades of grieves penetrating your body, there are unspeakable truths hammering your head, there are exclamation points going through your heat and your conscience telling you, whispering to you they are much right for doing that: you deserve that my small little beast. Do you see what I mean? Do you feel what I feel? No, you are too small and insignificant to know anything beyond a bourgeoning mania of respecting children and family: this is a failed institution in a putrid world? Do you hear me? Do you feel my pain? I do not suppose you do. You are nothing and nothing shall remain with insignificance. I take the broom, approach to him, I smash his head with a rusty broom. I smile at the sight of the blood and his brains all over the place. Now, I just have to clear the mess. I am happy again.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Happy New Year! I'm back for good!!
It all has started and I must GO: look for and search, that tiny me contained within myself. Round a roundless centered and unfocused I see a butterfly buttering her belly bounteous wings to a better butter butt or but? Our but? Her solitude? Selflessness, ignorance and stupidity. She turns to me and comments, at the height of her knowledge, I have invested all my money in stock exchange! That old fashioned hustle and bustle of the markets still excites me. Have you by any chance had the opportunity to verify the dollar exchange rate? It’s exhilarating. The profits are humping, I’m on cloud nine. Out of the blue, she falls flat, dawn at her heel, too bad, I point. Instead, I stare into space and contemplate a day, I try to hide within my books, there are a plethora of them spread around my bedroom and I cannot seem to find the right place for them, as the old butterfly lies dead at the head of my bed. Suddenly, I’m tittering on the verge of the seasons of all dreams and I catch a glimpse of a putrid, fetid stable with a million horses, they have tremendous breeds, sweet smiles and a thousand colours. The butterfly is there now, she eggs me on pulling their hairs but, instead I want to become one with them: in their rootedness, with their imperfections and misgivings I want to be one of them. She cracks up and listens to the music of my keeling in front of them. I have made up my mind, I want to have a go at the blue one: he is so human that I shrink within my animus animosity. I ride him for two days, he takes me to the mob and, in the middle of their furious roar they dress me in silk and gold. I, alongside with my stallion, tread in the leap of God. However, unexpectedly, the butterfly comes to me and sweeps me off my feet, I fall and, again into the room, again in the hurdle of books and lack of space, and air, and liberty and freedom. But quiet now, there is a lady who wants to break free. Get real? Get! Steal? Sure, now it is all clear, it’s in the market. And I am happy again.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Felicidade número 1
A Deusa estava manchada de sangue.
Ao seu lado direito, uma circunferência cortada ao meio e uma folha seca faziam as vezes da mão carinhosa de um guerreiro. Atrás, a cortina vinho mancha seus sonhos. O céu repleto de nuvens inebria sua mente, e o mar: amar?
Lembranças, memórias e recordações de um vento, que sussurra seu canto cor tarântula para longe, cortaram a sua cabeça.
Como um toso na galeria da história, a Deusa urge para que alguém a acorde e mostre o absurdo de seu sonho, mas eu, sozinha na América, contemplo sua dor, fundo minha dor à dor algodão doce do mundo.
A moça acorda e diz: Esse é o dia mais feliz de minha vida!
Sua mãe já havia preparado o café da manhã: frutas, queijos e pães: fibra, proteína e carboidrato, todos os ingredientes necessários para um dia de emoções, lágrimas e suor. A mãe urde para que não se atrase, pois havia horário marcado no salão de beleza, ela, em contrapartida, olha para o teto, vê o branco de parede e lembra a brancura de seu vestido. Não só de seu vestido, mas de sua vestimenta diária no hospital. Ontem, uma criança havia morrido em suas mãos: um tanque cheio de água suja caiu em sua pobre cabeçinha e arrebentou a caixa craniana: ela ainda chorava por sua mãe, banhada pelo sangue. Ela ainda chorava pelo menino, banhado de sangue. Ela ainda chorava pelo uniforme, banhado de sangue.
Em passo de tartaruga, a moça apanha a rosa vermelha deixada no chão com um bilhetinho branco:
“Vou fazer de você a mulher mais feliz do mundo!”
A moça sorri, acaricia a rosa e desce as escadas de mármore da casa. Chega ao ponto mais baixo, vira a direita e, onde há uma cortina cor de vinho, e espia o jardim. As folhas das árvores estão secas, o vento está bastante gelado e o jardineiro não veio. Está tudo muito sujo, mas ela sorri assim mesmo. Chegando a grande cozinha, observa sua mãe: uma mulher de cinqüenta e oito anos, com uma cabeleira vasta, tingida de loiro, suas pernas fortes e musculosas delineadas pela musculação lembram as de um atleta, sua barriga é flácida, mas isso por causa do regime que fazia diariamente.
Bom dia, Atena. Hoje é o dia mais feliz de sua vida!
A moça sorri. A moça agarra um pêssego e o cheira. A moça para e pensa, você bem que poderia ter-me dado o nome de Afrodite, assim eu teria como enlouquecer o Ulisses na cama hoje.
Sentando na cadeira de madeira com forro de mármore, sentando-se à mesa na sua frente e bebendo vagarosamente o suco de maçã e morango, pare com besteiras, menina. O Ulisses fica excitado só de vê-la com aquele uniforme horroroso, manchado de sangue.
A gatinha roça nos pés da moça que a coloca em seu colo. Sua brancura é macia, sua coleira anti-pulgas brilha quando um raio de sol rompe as nuvens, esbarra no vidro da cozinha e atinge o pescoço da gatinha. Branca e vermelha. Sua gatinha! Nini! Sai de cima, não posso ficar cheia de pelos hoje. Vem, vem, sua mãe pega a gatinha e a acaricia. A gatinha gostosa e gorda dome como quem sorri.
Gostoso esse queijo. Esse pêssego então, divino. Quero mais pão de forma. Pare de comer filha, você não quer que o Ulisses case com uma gorda desengonçada. Claro que não. Sai da mesa, volta para o quarto e coloca um vestido largo com flores brancas. Primeiro vê sua imagem no espelho, é magra, mas tem imperfeições. Será que o Ulisses repara? Será que ele pensa em outra quando fazem amor? Não pensa mais nisso. Coloque a roupa e vai ser feliz.
Desce as escadas, beija sua mãe com um selinho nos lábios. Entra em seu Celta prata. Cruza a Rebouças e chega ao Salão.
Chegou a felizarda!
O cabeleireiro a beija, a manicure a beija e a depiladora a beija. Primeiro a depilação. Tira a roupa e vai deitando debruço. O procedimento é dolorido, mas tudo é aliviado pela brisa do ar condicionado que deixa mais relaxada.
Depois, a massagem. Fecha os olhos e pensa que é o Ulisses, o massagista a deixa tranqüila, suas mãos têm um óleo com aroma de pêssego. A grande hora chega: o vestido, o cabelo e o buquê. O cabeleireiro capricha, mas ela quer que ele deixe tudo solto, apenas com uma faixa na testa e um laço na parte de trás: ele faz duas tranças, prende para trás e prende com um fininho laço branco. Olhando-se no espelho, vê toda a vida que quer:
Serei feliz:
Filhos, gêmeos de preferência. Uma casa no Jardim Europa, um carro na garagem, amor todas as noites e um consultório pediátrico na Rebouças. Tudo o que queria: o que mais poderia querer? Sim, como não, uma casa de veraneio na Ilha Bela.
Estava bela, com seus cabelos de deusa, com seu vestido grego e com seu buque de rosas vermelhas. Entra no carro, seu pai sorri: você está linda e radiante.
O motorista os leva até a igreja onde tudo acontecerá. Ela segura forte a mão de seu pai que apenas sorri. Fique tranqüila. Um menino de rua olha bem fundo nos seus olhos ao pedir um troco no farol e exclama: Não importa, a senhora está uma gatinha.
A igreja da Cruz torta a espera, foi reformada. Sobe as escadas, e ao som de Ave Maria dá os primeiros passos no carpete vinho. Há folhas secas pelo caminho. Ulisses está lindo. O céu está lindo, a brisa está linda.
Uma das pilastras se desprende do teto, ela não percebe. Cai: sua cabeça é decepada, sai rolando. Ulisses sai correndo, não sabe qual das duas partes deve acariciar e se senta chorando ao lado da parte superior de seu corpo. Seus olhos estão fechados, seus lábios encerram um sorriso e seus cabelos permanecem intactos. Chora, chora e chora.
Lágrimas, suor e sangue, bem demarcado no seu olho direito.
Ao seu lado direito, uma circunferência cortada ao meio e uma folha seca faziam as vezes da mão carinhosa de um guerreiro. Atrás, a cortina vinho mancha seus sonhos. O céu repleto de nuvens inebria sua mente, e o mar: amar?
Lembranças, memórias e recordações de um vento, que sussurra seu canto cor tarântula para longe, cortaram a sua cabeça.
Como um toso na galeria da história, a Deusa urge para que alguém a acorde e mostre o absurdo de seu sonho, mas eu, sozinha na América, contemplo sua dor, fundo minha dor à dor algodão doce do mundo.
A moça acorda e diz: Esse é o dia mais feliz de minha vida!
Sua mãe já havia preparado o café da manhã: frutas, queijos e pães: fibra, proteína e carboidrato, todos os ingredientes necessários para um dia de emoções, lágrimas e suor. A mãe urde para que não se atrase, pois havia horário marcado no salão de beleza, ela, em contrapartida, olha para o teto, vê o branco de parede e lembra a brancura de seu vestido. Não só de seu vestido, mas de sua vestimenta diária no hospital. Ontem, uma criança havia morrido em suas mãos: um tanque cheio de água suja caiu em sua pobre cabeçinha e arrebentou a caixa craniana: ela ainda chorava por sua mãe, banhada pelo sangue. Ela ainda chorava pelo menino, banhado de sangue. Ela ainda chorava pelo uniforme, banhado de sangue.
Em passo de tartaruga, a moça apanha a rosa vermelha deixada no chão com um bilhetinho branco:
“Vou fazer de você a mulher mais feliz do mundo!”
A moça sorri, acaricia a rosa e desce as escadas de mármore da casa. Chega ao ponto mais baixo, vira a direita e, onde há uma cortina cor de vinho, e espia o jardim. As folhas das árvores estão secas, o vento está bastante gelado e o jardineiro não veio. Está tudo muito sujo, mas ela sorri assim mesmo. Chegando a grande cozinha, observa sua mãe: uma mulher de cinqüenta e oito anos, com uma cabeleira vasta, tingida de loiro, suas pernas fortes e musculosas delineadas pela musculação lembram as de um atleta, sua barriga é flácida, mas isso por causa do regime que fazia diariamente.
Bom dia, Atena. Hoje é o dia mais feliz de sua vida!
A moça sorri. A moça agarra um pêssego e o cheira. A moça para e pensa, você bem que poderia ter-me dado o nome de Afrodite, assim eu teria como enlouquecer o Ulisses na cama hoje.
Sentando na cadeira de madeira com forro de mármore, sentando-se à mesa na sua frente e bebendo vagarosamente o suco de maçã e morango, pare com besteiras, menina. O Ulisses fica excitado só de vê-la com aquele uniforme horroroso, manchado de sangue.
A gatinha roça nos pés da moça que a coloca em seu colo. Sua brancura é macia, sua coleira anti-pulgas brilha quando um raio de sol rompe as nuvens, esbarra no vidro da cozinha e atinge o pescoço da gatinha. Branca e vermelha. Sua gatinha! Nini! Sai de cima, não posso ficar cheia de pelos hoje. Vem, vem, sua mãe pega a gatinha e a acaricia. A gatinha gostosa e gorda dome como quem sorri.
Gostoso esse queijo. Esse pêssego então, divino. Quero mais pão de forma. Pare de comer filha, você não quer que o Ulisses case com uma gorda desengonçada. Claro que não. Sai da mesa, volta para o quarto e coloca um vestido largo com flores brancas. Primeiro vê sua imagem no espelho, é magra, mas tem imperfeições. Será que o Ulisses repara? Será que ele pensa em outra quando fazem amor? Não pensa mais nisso. Coloque a roupa e vai ser feliz.
Desce as escadas, beija sua mãe com um selinho nos lábios. Entra em seu Celta prata. Cruza a Rebouças e chega ao Salão.
Chegou a felizarda!
O cabeleireiro a beija, a manicure a beija e a depiladora a beija. Primeiro a depilação. Tira a roupa e vai deitando debruço. O procedimento é dolorido, mas tudo é aliviado pela brisa do ar condicionado que deixa mais relaxada.
Depois, a massagem. Fecha os olhos e pensa que é o Ulisses, o massagista a deixa tranqüila, suas mãos têm um óleo com aroma de pêssego. A grande hora chega: o vestido, o cabelo e o buquê. O cabeleireiro capricha, mas ela quer que ele deixe tudo solto, apenas com uma faixa na testa e um laço na parte de trás: ele faz duas tranças, prende para trás e prende com um fininho laço branco. Olhando-se no espelho, vê toda a vida que quer:
Serei feliz:
Filhos, gêmeos de preferência. Uma casa no Jardim Europa, um carro na garagem, amor todas as noites e um consultório pediátrico na Rebouças. Tudo o que queria: o que mais poderia querer? Sim, como não, uma casa de veraneio na Ilha Bela.
Estava bela, com seus cabelos de deusa, com seu vestido grego e com seu buque de rosas vermelhas. Entra no carro, seu pai sorri: você está linda e radiante.
O motorista os leva até a igreja onde tudo acontecerá. Ela segura forte a mão de seu pai que apenas sorri. Fique tranqüila. Um menino de rua olha bem fundo nos seus olhos ao pedir um troco no farol e exclama: Não importa, a senhora está uma gatinha.
A igreja da Cruz torta a espera, foi reformada. Sobe as escadas, e ao som de Ave Maria dá os primeiros passos no carpete vinho. Há folhas secas pelo caminho. Ulisses está lindo. O céu está lindo, a brisa está linda.
Uma das pilastras se desprende do teto, ela não percebe. Cai: sua cabeça é decepada, sai rolando. Ulisses sai correndo, não sabe qual das duas partes deve acariciar e se senta chorando ao lado da parte superior de seu corpo. Seus olhos estão fechados, seus lábios encerram um sorriso e seus cabelos permanecem intactos. Chora, chora e chora.
Lágrimas, suor e sangue, bem demarcado no seu olho direito.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Absurdity
The intermittent shivers of a shiftless self sells herself by the seashore. That is so pathetic, the interval of the face of the Earth, the pointless point positioning itself by the partition of parcel. We sing the same tune, it is true, although the faces of those long forgotten by the moonlight keep repeating that rambling over the humble sounds of roars. All of this, you see, all of this is a rather ruthless waste of time, money and preciousness, for history, flow, tide, sea, people in the dark still keep going and remembering not to forget. There is a particular, principal, perennial, perpetual moment I cannot put off my precocial mind: your eyes. I feel obliged by the orbit of the ongoing ovinies that overlap over my head in a song and dance of absurdities. Close my eyes, cause my unconscious casualties to conjure up the convent we are going to marry: yes, the extra terrestial beings told me we are to be together. They took my hand, shook it to the sound of the thunder and cast a spell over my body which will make you come back to me.
You see, again, I am daydreaming, I have lost my imagination and my hope. Please, I just say, beg and hay, come back to me, my dear.
You see, again, I am daydreaming, I have lost my imagination and my hope. Please, I just say, beg and hay, come back to me, my dear.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Drone
Hello, how's the craic? Take a pew. Would you be after a cup of tea? Or maybe a pint would suit you better? I dun't know if doing what I'm doing noi is just becouse it brings mi miself nearer you, or nearer me, or nerer both. Wherever u go there's a devilll. True enough, but the wind is always at mi back and the sun shine warm upon mi fields, and until we meet again, God will hold me in the palm of His hands, for sure, for better, against my better judgement, actually. But your voice, your presence is here I'm hounded by ior presence... But enouf of this shibboleth, I have better things to do, to occupy myself with. Like this honey whose bed is just beside me, I feel tempted to mirror miself in its mirror until I find a way to drown miself in this ocean of green seeds that would take me to the Emerald... Emerald... Emerald... yes, I dunno if I'm doing this for miself or fur yurself, I just know I'm doing, please don't leave, my eyes are gazed with despair, so I unpair miself, miself, miself: YOURSELF. I want to find you, be wit you, but you see, there is nuthing so difficult as the dope of a doze off in the middle of the dream. Not dreaming, daydreaming, a drone whose task is to digg, dig in heels, digg in history, digg in dreams. Once I could have gone as far as to say that I wouldn't care abouit you and simply move on. I'm stuck you see, you are more, much more, more, more... and mi... just miself....
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
The Encounter
I'm tittering on the brink of a sensational wonder: my feet are off the ground and my eyes are way above the clouds. I can see the birds wriggling along their path, whatever that might stand for, and flogging the air in a silver lining of dust and despair. Onset of a war, cannon balls struggling their way to me, Soviet and Nazi tanks bombing the sky and I remain still, I stay put, I dig in my heels in the wind. I look down, my misery, my fall. I walk through nauseating svelte rotten bodies and flowers tainted with the sweet smell of pornography. I step along gateways angels fear to tread and bump into it: ash coloured eyes, lovely hands, despicable enchanting sense. "I love you", I buzz in a corroborative way. It invites me to climb up the stairs of desire. Side by side, hand in hand, step by step, bit by bit: I touch its lips and it crows victoriously, as the tanks take flights, as the birds bear the blame of my my never-ending decadance. "I know that I'll love you". A sentence floating in the strings of a dissonant piano: who dare bitch about that? Who ventured that? Who is affirming that? Is it me? Is it it? The top, the summit, the zenith: we are there, under the gound, hidden like two flocks of sheep, waiting for the fox to devour our intimate itinerant intentions - "hold on tight, grab my hand, donnot let me go", it insists. The gigantic beast shows up, in a purple song of farewell, it bids it to go, they revolve in a puddle of opium and delusion. I do not care, I drink their liquid and feel everything: the child crying, the woman giving birth, the malnourished begging, the hopless sobbing, the madwoman in the attik, bats in the belfry and carry on. Indeed. Carry on. Taken my the notes of a simple do, I'm offered a lift on the wings of an eagle, or is it a falcon? Probably a falcon. mingle myself to its softness and softly pearches in its hand: it grins. He smiles: "Welcome home, I was anticipating your arrival, you are mine, for ever. Hello, my life", I beam.
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